Belo Horizonte, segunda-feira, 20 DE agosto DE 2018
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ELI SEABRA TAMBÉM QUER RECAPEAMENTO


            As obras de revitalização do trecho mais danificado da Avenida Professor Mário Werneck estão chegando ao fim. Ao longo de mais de dois meses acompanhamos de perto o intenso trabalho de homens e máquinas no local. E, como já era de se imaginar, uma obra tão grande, na principal via do bairro,traria transtornos aos moradores. Além dos congestionamentos, algumas ruas que foram utilizadas para desvio tiveram sua realidade bastante modificada: maior trânsito e surgimento de buracos. Na Tereza Mota Valadares e na Vereador Washington Walfrido, um alento. As ruas passaram por uma importante obra de recapeamento. Agora, a expectativa é se a Rua Eli Seabra Filho também passará pelo mesmo processo.

            Quem mora na Eli Seabra Filho há alguns anos está assustado com a mudança do perfil da rua. Antes pacata e com um bom asfalto, agora a via é muito movimentada, uma vez que tem servido de acesso à região do Buritis II, Anel Rodoviário e bairro Palmeiras, e está repleta de buracos. O funcionário público Alberto Araújo entende a necessidade do desvio, mas aguarda do poder público a mesma ação de melhora como ocorreu nas outras vias. “Lá na Tereza Mota ficou muito bom. Tenho amigos que moram lá e gostaram bastante. Espero que a Eli Seabra não seja a única esquecida ao final da obra”.

           Ainda de acordo com Alberto, na Eli Seabra Filho passam três linhas de ônibus, fato que por si só já deveria despertar para a importância de manter a rua com um bom asfalto. “É um tráfego pesado e os passageiros merecem esse conforto”.

            Já para as moradoras Marise Oliveira e Elizabeth Nicácio, a grande preocupação é com a segurança. Segundo elas, desde que a rua recebeu o desvio, o trânsito está muito perigoso. “Além do maior número de veículos, os motoristas que não sabem dos buracos freiam em cima deles, ou pior, desviam para o lado com o susto. Com isso, toda hora surgem situações de perigo aqui”, diz Marise. “A rua é mão dupla e quando um carro joga para o lado quase se choca com o que vem vindo em direção contrária. Sem contar a dificuldade que hoje encontro para sair de casa. Dependo da boa ação dos motoristas, quando esta não ocorre tenho de me arriscar a sair entre os carros. Pelo menos proibiram de estacionar em um dos lados. Antes a rua estava ainda mais estreita e, por consequência, mais perigosa”, comenta Elizabeth.

Greve causa novo atraso

         A greve dos caminhoneiros, que parou o Brasil na última semana de maio, também afetou a obra na Mário Werneck. Durante o período da paralisação, foi possível realizar apenas pequenas ações no local, o que atrasou novamente o prazo para entrega. Inicialmente estimada para ser finalizada em 60 dias, obra encontrou problemas em sua primeira etapa e com o novo imprevisto deverá ser entregue com atraso superior a 15 dias.

 

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