Belo Horizonte, quarta-feira, 21 DE abril DE 2021
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CDL/BH AMPLIA SOCORRO AO COMÉRCIO


Publicado em 09/02/2021

               Além dessa batalha institucional para promover a reabertura segura das atividades que estavam impedidas de funcionar – desde o início da pandemia, o lema da CDL/BH foi “Preservar vidas, manter empresas e garantir empregos” – o Presidente da entidade, o administrador de empresas Marcelo de Souza e Silva, lembra que desde o início da pandemia mobilizou toda a sua equipe para ampliar os serviços e parcerias que poderiam socorrer lojistas e associados na batalha pela sobrevivência.

              Só para registrar, dos últimos 12 meses muitas atividades ficaram fechadas por mais de seis meses. As escolas particulares, por exemplo, ainda não tem previsão de volta. Diante desse cenário, a CDL lançou diversos programas focados principalmente na redução de custos e na inovação das atividades, em especial a entrada das empresas no mundo digital para promover vendas virtuais.

               “Passamos diariamente a conceder consultorias gratuitas para que a lojas pudessem aprimorar ou até mesmo iniciar o seu processo de vendas pela Internet. No Brasil, o consumidor tem uma característica muito forte de compras presenciais. Mas vender pela internet, estar presente de forma positivas nas redes sociais, é uma caminho sem volta”, afirma Marcelo de Souza e Silva.

               Por outro lado, a CDL/BH tem oferecido aos associados programas que ajudam na redução de custos. “O setor de  comércio e serviços vem sofrendo muitos prejuízos ao longo dos últimos 11 meses. Mais de 5% dos estabelecimentos comerciais da capital encerraram suas atividades. Todos estão batalhando para manter as obrigações financeiras em dia. Por isso, ajudá-los a economizar e, assim, continuarem a gerar renda e postos de trabalho, é essencial”, destaca o presidente da CDL/BH.

              Dentre o leque de opções oferecido pela entidade, destacam-se o Cemig Sim, que proporciona uma economia de até 22% em energia; o Certificado Digital gratuito para associados; CDL Móvel, com redução de até 35% em telefonia; planos de saúde e proteção de dados. “Observamos que para o lojista os principais gastos concentram-se em energia elétrica, em planos de saúde para os colaboradores e em serviços burocráticos, como acesso a linhas de crédito, renovação de Certificado Digital e proteção de dados”, destaca Souza e Silva.

               Mesmo em um  momento de crise no setor de comércio e serviços em especial, com o fechamento de milhares de empresas em Belo Horizonte, a CDL alcançou um feito inesperado até mesmo pela atual diretoria. “Muita gente pensou que, com a quebradeira, haveriam desfiliações na entidade. Pelo contrário, éramos pouco mais de 12 mil antes da pandemia e já estamos perto dos 13. Cada vez mais empreendedores estão reconhecendo a relevância do trabalho que realizamos pelo desenvolvimento social e econômico de Belo Horizonte.  

Cobrança pela reabertura dos leitos que foram desativados continua

               No ano em que completou 60 anos de história, foi fundada em 28 de junho de 1960, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte talvez tenha enfrentado em 2020 os seus maiores desafios. Entidade de direito privado, sem receber um único centavo de dinheiro público, a CDL/BH é hoje considerada a maior CDL do Brasil. Tem 12 mil associados no setor de comércio e serviços, que representa 72% do PIB de Belo Horizonte e gera mais de um milhão de empregos na capital mineira.

               Desde o início da pandemia, a CDL/BH esteve no olho do furacão. Lá em março, não questionou em nenhum momento o fechamento da cidade, mesmo sem ter sido ouvida. Aliás, não houve diálogo por parte da prefeitura para a tomada daquela decisão com quase ninguém. A CDL/BH concordou com o fechamento, uma vez que o principal argumento usado  pela prefeitura era preparar o sistema de saúde para o momento mais grave da pandemia. Uma das medidas necessárias, entre tantas, era a abertura de leitos exclusivos para o tratamento da Covid 19.

                Porém, em junho a prefeitura voltou a fechar a cidade. O argumento era o alto índice de ocupação de leitos, tanto de UTIs quanto o de enfermarias. Só que os índices estavam altos porque a prefeitura não havia cumprido a promessa de ampliar. A CDL/BH liderou durante mais de dois meses dezenas de entidades representativas para acelerar a nova reabertura do comércio, ocorrida em setembro.

               Em janeiro deste, um novo fechamento com a mesma alegação do alto índice de ocupação de leitos. Só que o problema havia sido gerado porque a prefeitura fechou a partir de certeza de setembro de 2020 mais de 40% dos leitos de UTI, por exemplo. A CDL, juntamente com outras 23 entidades, conseguiu mostrar para a prefeitura que o fechamento do comércio não estava aumentando o índice de isolamento social na cidade, que é fundamental para conter os avanços de casos da Covid.

               “É muito importante esclarecer para toda a população que quando a gente pede a abertura de leitos não estamos pensando apenas na reabertura do comércio. Estamos pensando, em primeiro lugar, na saúde da população. Não podemos cometer novamente o erro de desativar leitos. O cenário ainda é muito imprevisível”, diz o Presidente da CDL/BH, Marcelo Souza e Silva, que é morador do nosso Buritis.

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