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Tetracampeão no Estoril

            Quando se pensa em um esporte com raquete e uma bola pequena, logo vem à mente o tênis. Porém, uma outra modalidade esportiva, que também utiliza destes equipamentos, ganha mais adeptos no Brasil a cada dia: trata-se do squash. Em Belo Horizonte, o squash está sendo muito difundido, prova disso é que a cidade já conta com um tetracampeão brasileiro. Sidney Costa Fernandes não para de somar conquistas nos últimos anos e ainda contribui para o crescimento da prática do esporte. Além de atleta, é professor de squash no nosso vizinho Estoril.

            Nascido na cidade de Conceição do Mato Dentro, Sidney se mudou para Belo Horizonte no ano de 2000 em busca de melhores condições de vida. O primeiro emprego na capital foi o de auxiliar de cozinha em uma academia no Buritis, onde conheceu o squash. No início, brincava descalço, com raquetes quebradas e bolinhas furadas que os alunos jogavam fora. Até que um dia, um amigo o viu jogando, disse que tinha talento, e decidiu investir em sua carreira como professor. "Fiz alguns cursos, me qualifiquei e estou no ramo até hoje, graças a Deus", diz.

Carreira

            O squash na categoria amadora possui sete classes. Na sétima temos os iniciantes e na primeira, os semiprofissionais. Vai-se evoluindo à proporção de sua habilidade no esporte. Sidney começou nas classes de base e, desde o início, conquistou títulos estaduais e alguns em nível nacional, chegando na primeira classe em três anos e meio. Desde 2010 é campeão mineiro por esta categoria. Em 2013 venceu um dos títulos mais importantes, campeão brasileiro de primeira classe em BH. Em 2014 foi campeão em Fortaleza, na Copa do Brasil Open Adulto e, em 2015, ganhou o Campeonato Brasileiro de squash, em João Pessoa, também na primeira classe. "Cheguei a disputar partidas de nível profissional, mas a dedicação para este nível precisa ser mais intensa e dando aulas de segunda a sábado por longos períodos não tenho tempo suficiente para este fim. Além do que, devido à falta de expressividade do squash no Brasil, não existem muitos incentivos financeiros para os atletas, o que dificulta um empenho no esporte, caso não haja recursos próprios e/ou tempo", lamenta.

            Para um futuro próximo, Sidney planeja intensificar alguns treinos e melhorar o físico com treinamento funcional e alimentação para chegar mais preparado nas competições de primeira classe ainda neste ano.

 
 

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